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domingo, 3 de outubro de 2010

 Descubro-me, no vértice, diferente.
Dou muito valor a minha individualidade.
Ao meu modo de viver.
Ao meu modo de ser.
Ao meu modo de ver.
Não gosto de ser invadida,
Não me deixo seduzir,
dominar,  subjugar ou conduzir.
 Mas sou diferente não é apenas por fugir
ou discordar das seduções,
mas sim, é porque sei-me definir e assumir
como alguém que conhece a sua própria identidade
e o quanto vale esse saber.

Sou sim, diferente,
valorizo por demais a auto-estima
não aceitando ser comum.
Construo meu próprio caminho,
caminho pessoal com conceitos e princípios próprios
sempre em sintonia com meus ideais .
 
  Sei-me diferente pois não me submeto
a preconceitos, preceitos ou imposições
tento ser a expressão real do respeitar,
uma presença -, nas verdades de minh´alma imortal.

Aceito-me como sou:
claudicante humano com coragem de mostrar
suas verdades e hipocrisias....
ato falho, falho ato, levanto a cortina
desnudo-me sem fantasias.

Delasnieve Miranda Daspet de Souza

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