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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

NÃO SE ENGANE...


Existem coisas, grandes
pequeninas como um grão:
são pedaços, de gente,
da gente dentro da gente
e tanta gente nesse dentro
que o outro e o dentro são um só.

Porém, surge o passo ancho
com os pedantes de fita.
Lá, cérceo ao chão,
fátuo e pretencioso ufano
no altivo círculo amaneirado
em voar pra fugir,
que não vale o vôo.

Entretanto, são coisas, na engrenagem,
da abordagem,
e na bazófia,
da fanfarrice
com volta presumida,
no aperto soberbo,
pode ser entufado,
na ida sem volta,
na sacanagem
no uso, no abuso.

Entretanto procurando a saída
não se entende a cegueira.
Nada era tal qual parecia, apenas cena
palavras recortadas de dentro e fora
que tanta prosa pode ser lorota.
Entre ventos, tempestades, carregam as faces,
é derrubam, caem, são as máscaras,
mas não perdem a mania,
continuam as personagens.

Simone

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