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sábado, 16 de outubro de 2010

Verdade

 Eu, porém sou tentada a viver de bem querer,
inclemente jugo,
e toda vez que a vida me impõe seu jeito,
me sobram arranhões para tratar.
Hei de aprender a não me importar com cicatrizes,
tão pouco com os que me causam tristeza,
nem ritualizar demais o que não deu certo.
Minhas casmurrices me fizeram indolente,
hei de desaprende-las...
Ando de alma mansa,
de memória sobrevivente,
garimpando ternuras,
procurando abraços,
dividindo palavras,
deixando "prá lá"...
Isso não é fácil, mas me conduz na
construção de um coração mais sábio
 
Eliana Holtz
Lá do GAVETAS POÉTICAS

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