Sempre há dentro de nós um instante "contente",
parecem horas revisando a memória,
mas são meros instantes onde cabem anos de história pessoal.
Não que eu tenha tanto a contar, mas cada lembrança repica feito sino tocando fora de hora...
Estar sozinha faz isso com a gente.
Confesso, do acervo de saudades que tenho,
vi que nem tudo é inoxidável,
na mistura de virtudes e vícios,
bondades e maldades,
a história é obra nossa, minha.
Me sinto artesã, talhando de novo,
restaurando sulcos do tempo,
humanizando alguns santos,
reclamando menos explicações...
Vou feito uma pluma que desprendeu-se da asa de um pássaro,
mesmo a pluma não sendo mais "asa", não perdeu a propriedade do voo.
Vou de sorriso maroto mesmo, feliz porque valeu o instante!
parecem horas revisando a memória,
mas são meros instantes onde cabem anos de história pessoal.
Não que eu tenha tanto a contar, mas cada lembrança repica feito sino tocando fora de hora...
Estar sozinha faz isso com a gente.
Confesso, do acervo de saudades que tenho,
vi que nem tudo é inoxidável,
na mistura de virtudes e vícios,
bondades e maldades,
a história é obra nossa, minha.
Me sinto artesã, talhando de novo,
restaurando sulcos do tempo,
humanizando alguns santos,
reclamando menos explicações...
Vou feito uma pluma que desprendeu-se da asa de um pássaro,
mesmo a pluma não sendo mais "asa", não perdeu a propriedade do voo.
Vou de sorriso maroto mesmo, feliz porque valeu o instante!
Eliana Holtz

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