SIGAM-ME OS BONS

A QUEM POSSA INTERESSAR

A maior parte dos textos aqui citados (por razões óbvias) não tem a autorização prévia dos seus legítimos proprietários. Entretanto, o uso neste blogue deve-se apenas a razões estritamente culturais e de divulgação, sem nenhum objetivo comercial, de usurpação de autoria e muito menos de plágio. A administradora do ARMADILHAS DO TEMPO pretende apenas expressar a sua admiração pessoal pelas obras e pelos autores citados, julgando assim contribuir para a divulgação da arte, da literatura e da poesia em particular. A ADMINISTRAÇÃO DO ARMADILHAS DO TEMPO respeitará inteiramente a vontade de qualquer autor que legitimamente manifeste a vontade de retirar qualquer texto aqui postado.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

SAUDADE...


saudade não se mede pelo tempo da ausência,
mas pela intensidade da presença.
no discurso amoroso, ela se esconde em letras e canções de uma determinada época.
aparece quando cruzo com alguém que usa o mesmo perfume.
habita pequenos fatos cotidianos, que geralmente passariam despercebidos,
mas com você faria todo sentido.
quando acomete, tem urgência. é o coração querendo retornar.
para lugares que talvez nem existam mais.
para planos que desistimos.
ou que desistiram da gente.
mas continuo elaborando novos planos
e crio mundos com minhas expectativas.
a saudade é a distância entre eu e como eu gostaria de estar.
Tiago Yonamine

Nenhum comentário:

Postar um comentário