
"...Sou um breve rumor dos ventos e das águas mornas de um rio que desde sempre foi comtemplado por chuvas matinais. Esse é o rio do tempo, rio da literatura, rio das retiscências, o rio de Deus. Não há mais para mim, nem distâncias nem horas, venci o tempo, giro no caleidoscópio divino, sigo com a mulher de olhos claros pelo rio de águas mornas..."
Humberto Leal
em Águas Mornas/Prosa e Verso
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