sexta-feira, 7 de junho de 2013

SAUDADES

Saudade de quando o teu quando era o meu, de quando teria sido saudade do não-quando para sempre. Acontece que agora percebi: nós não temos andado pela vida rodando as cirandas que jurávamos inventar, nós temos marchado com botas de aço sobre o chão de pétalas das nossas horas.

Tiago Fabris Rendelli

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