era para escrever
um soneto.
merda nenhuma...
vem à mente
só esta bruma
deprimente, essa vontade
absurda de
viver,
sem querer
mentira ou verdade,
nada que seja obscuro,
duro de roer,
obsoleto.
era para só dizer
eu te amo e pronto,
sem enfeite,
sem feitiço,
sem ponto final,
etc e tal.
ADRIANO NUNES
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