segunda-feira, 7 de novembro de 2011

BAÚ DA MEMÓRIA...

Aprendi contigo isso, de repetir até que se decore, até que se esqueça, até que não machuque, até que vire tranqüilidade, paz. Decorei. Machuquei as dez vezes e quis doer um pouco mais, por precisar ter a certeza das coisas. Quando eu esqueço, me flagelo e me critico, por ser tão inadmissível te transformar em pó. Eu sei, é coisa da rotina que te acomoda no lado escuro da memória, no fundo do baú das lembranças mais remotas.

Remexo.



Maria Fernanda Probst (Palavras e Silêncio)

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