Aprendi contigo isso, de repetir até que se decore, até que se esqueça, até que não machuque, até que vire tranqüilidade, paz. Decorei. Machuquei as dez vezes e quis doer um pouco mais, por precisar ter a certeza das coisas. Quando eu esqueço, me flagelo e me critico, por ser tão inadmissível te transformar em pó. Eu sei, é coisa da rotina que te acomoda no lado escuro da memória, no fundo do baú das lembranças mais remotas.
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